Mensagem de notícias do Gate, 27 de abril — A inteligência militar ucraniana afirma que os soldados russos na linha da frente terão alegadamente recorrido ao canibalismo devido à fome e ao colapso das linhas de abastecimento durante a brutal campanha de inverno na Ucrânia. Os chefes de inteligência em Kiev sustentam que documentaram pelo menos cinco casos distintos de canibalismo dentro das fileiras russas, apoiados por ficheiros de áudio intercetados, fotografias e mensagens do Telegram obtidas por peritos ucranianos em cibersegurança.
Um caso documentado envolve um soldado com o apelido “Khromoy” (Russian por “Limpy”), alegadamente apanhado numa cave perto de Myrnohrad, na região de Donetsk, depois de matar dois camaradas e tentar consumir um deles. Numa troca do Telegram vazada, um oficial comunicou: “Resumindo, um aliado matou dois outros e tentou—cortou uma perna e já estava a tentar comer um deles.” Outra mensagem intercetada de um comandante afirmou: “Os nossos também vão em breve começar a comer-se uns aos outros. Os rapazes estão todos magros. Toda a gente está em rações de fome.” Um software especializado de deteção por IA analisou imagens do local e concluiu que não tinham sido adulteradas; um cirurgião de conflitos, ao examinar as fotografias, assinalou que os ferimentos eram compatíveis com marcas de faca afiada, e não com estilhaços de batalha. A Embaixada do Kremlin em Londres rejeitou as alegações como “propaganda” e “fabricações.”
Analistas ocidentais atribuem a causa subjacente a uma falha total da logística russa. Bradley Martin, um antigo capitão da marinha dos EUA e investigador na Rand Corporation, observou que o bem-estar das tropas simplesmente “não é uma prioridade importante” para o Kremlin. O analista militar Vikram Mittal acrescentou que o inverno particularmente severo e os persistentes ataques com drones da Ucrânia a camiões de reabastecimento deixaram muitas unidades russas completamente cortadas do abastecimento de alimentos.