
Em 2025, o setor cripto deixou de recompensar o entusiasmo desmedido e passou a valorizar quem realmente conseguia executar. À medida que a liquidez regressava ao sistema e os traders voltavam com volumes significativos, a atenção do mercado concentrou-se numa questão simples: que plataformas conseguiriam crescer rapidamente sem perder solidez? No Sudeste Asiático, o percurso da Gate assemelhou-se menos a um momento viral e mais a uma ascensão bem ritmada—com impulso inicial e confirmação à chegada.
O sinal mais evidente veio dos derivados, onde o ritmo da Gate continuou a acelerar. A plataforma registou um aumento de 31 % trimestre a trimestre no volume de futuros no primeiro trimestre de 2025. Em maio, a atividade de derivados expandiu mais 69,9 % mês a mês, atingindo 264 B$. Já em agosto, verificou-se o maior salto—mais 98,9 % mês a mês, totalizando 746 B$. O padrão é claro: não se trata de um pico isolado, mas de uma sequência de aumentos à medida que a atividade de mercado regressava.
Essa energia de negociação acabou por se refletir em indicadores mais amplos de escala. A Gate ultrapassou os 47 milhões de utilizadores a nível global e, em outubro, o "Exchange Review October 2025" da CoinDesk Data posicionou a Gate no Top 2 das plataformas spot mundiais—marcos que sugerem uma procura sustentada, e não apenas uma atenção passageira.
O que tornou a história mais "estável" não foram apenas os números de crescimento, mas também a forma como referências externas apontaram na mesma direção. O reconhecimento da Gate como Top Tier no CoinDesk Global Exchange Benchmark—com classificação A para Spot e AA para Derivativos (conforme indicado)—acrescenta um nível diferente de credibilidade. É a distinção entre uma empresa que narra o seu próprio progresso e um sistema de avaliação reconhecido que reflete a sua posição.
No Sudeste Asiático, a presença da Gate também não se limitou a gráficos e ecrãs. A parceria com a Oracle Red Bull Racing ao longo da temporada de F1 de 2025 garantiu à marca uma visibilidade consistente junto do grande público—precisamente o tipo de exposição que constrói familiaridade pela repetição e se multiplica em mercados onde a confiança é fundamental.
No terreno, a Gate reforçou os pontos de contacto com a comunidade regional. O Coinfest Asia, em Bali, tornou-se um dos eventos mais visíveis do ano, reunindo mais de 600 participantes e mais de 90 KOLs em torno da ativação da Gate. No TOKEN2049 Singapura, a Gate apostou nas experiências—com eventos paralelos como o Token of Love Music Festival e um jantar privado—privilegiando relações e memórias em vez do tradicional modelo de stand e banners. O mesmo ritmo estendeu-se à Indonésia e ao Vietname através da Web3 Week Indonesia (mais de 220 KOLs e traders) e da presença da Gate como Diamond Sponsor no GM Vietnam, reforçando a mensagem de que o Sudeste Asiático não era apenas uma escala—era território a conquistar e consolidar.
E o ano não terminou apenas com conquistas comerciais. As iniciativas Gate Charity—apoio às vítimas das cheias em mais de 200 agregados familiares em Phú Yên e o programa Back-to-School que promoveu a educação infantil no Vietname—acrescentaram uma dimensão humana que muitas vezes fica esquecida nos balanços de crescimento, mas que é essencial para a memória de uma marca.
Se olharmos para 2025 com a objetividade de um observador externo, a narrativa da Gate no Sudeste Asiático revela consistência em todos os aspetos: desempenho alinhado com a estrutura real do mercado, marcos que refletem escala, avaliações independentes que reforçam a credibilidade e uma presença física construída através do envolvimento comunitário e da responsabilidade social. Não soa a pico—parece antes trabalho de base. E é precisamente por isso que a ideia de um "2026 maior" surge menos como marketing e mais como o próximo capítulo lógico.


