Acabei de saber que a greve nacional de professores universitários foi bastante intensa recentemente. Os docentes entraram em greve durante cinco dias consecutivos em meados de março, e praticamente todas as universidades nacionais fecharam. Sem aulas, sem serviços nos hospitais universitários, tudo parado.



O que me surpreendeu é que a reivindicação já vinha de algum tempo. Os sindicatos dizem que perderam 51% do salário entre 2024 e 2025 devido à inflação, e o Governo não reconhece essa perda integralmente. Pedem que seja aplicada a lei de financiamento universitário que já existe, mas parece que não é cumprida. O aumento que oferecem é de apenas 12% em três parcelas até 2026, o que os sindicatos consideram insuficiente.

Desde a AGD-UBA foram claros: não retornam às aulas até que paguem a diferença salarial devida. E o interessante é que a greve nacional de professores não foi apenas de docentes, também se juntou o pessoal não docente. Alguns sindicatos ameaçaram estender a medida se não houver resposta do Governo. Tudo bastante tenso.
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