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Acabei de ver algo interessante que provavelmente vai marcar a agenda nos próximos meses. O banco central da Índia está pressionando fortemente para que na cúpula do BRICS 2026 seja aprovado um projeto de nova moeda digital que vincule todos os membros do bloco.
A ideia é bastante clara: facilitar o comércio entre Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e os novos membros como Emirados Árabes Unidos, Irã e Indonésia. Mas o verdadeiro pano de fundo é muito mais político. Isto é diretamente uma resposta às tensões comerciais com Washington e às ameaças de Trump com tarifas de 100% para qualquer tentativa de substituir o dólar.
O curioso é que nenhum desses países lançou completamente sua CBDC, mas todos têm pilotos ativos. A Índia já implementou a e- rupia em dezembro de 2022 e, segundo relatos, atingiu 7 milhões de usuários finais. A China está expandindo o yuan digital globalmente. Ou seja, a infraestrutura técnica já existe, o que falta é o acordo político.
Este movimento chega num momento delicado. As negociações comerciais entre Índia e EUA estão paradas há meses. Modi atrasou uma ligação com Trump no meio do ano passado, o que foi interpretado como um desaire. Depois vieram as tarifas de 50% às importações indianas, incluindo 25% ao petróleo russo. Os exportadores indianos de têxteis, gemas e químicos estão sofrendo.
Nesse contexto, uma nova moeda do BRICS faz todo sentido estratégico. Não é só tecnologia, é uma jogada geopolítica clara. Washington já está alertando que qualquer tentativa de criar alternativas ao dólar enfrentará retaliações. Mas parece que os BRICS estão decididos a avançar.
O que vem será interessante de acompanhar. Se conseguirem coordenar um sistema de moeda digital entre tantas economias diferentes, poderá mudar dinâmicas que há décadas não se movimentavam.