Acabo de revisar cómo ha evolucionado o património de Messi na última década e a verdade é que o crescimento é impressionante. De 2016 a 2026, a sua riqueza passou de cerca de 280 milhões para quase 900 milhões de dólares. Não é só pelo futebol, óbvio.



Os números mostram um padrão interessante: o património de Messi manteve-se relativamente estável entre 2016 e 2020, rondando os 400 milhões. Mas a partir de 2021 começou a acelerar, saltando para 600 milhões nesse ano. Desde então tem continuado a subir, primeiro para 650-700 milhões em 2023, depois para 800 em 2024 e agora entre 850-900 milhões em 2025-2026.

Forbes e Bloomberg indicam que isto vem de contratos de elite, patrocínios recorde e acordos comerciais na Europa e Estados Unidos. As transferências de alto perfil e os sucessos em torneios globais também impulsionaram bastante este crescimento. Aparentemente, após se retirar do futebol profissional, os seus rendimentos por endorsements e negócios continuam a ser muito sólidos.

É um bom lembrete de como os atletas de elite diversificam os seus rendimentos para além do desporto.
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