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Acabei de revisar os relatórios mais recentes do USGS sobre a atividade sísmica nos Estados Unidos durante os dias 29 e 30 de janeiro, e há bastante movimento telúrico registado. No total, foram detectados 9 sismos no território dos Estados Unidos e seus territórios nas últimas 24 horas, mas o que mais chamou a minha atenção foi um de magnitude 4.2 registado perto de Black Eagle, Montana. Não é motivo de alarme, mas certamente mostra a atividade constante sob a terra.
O que é interessante é que houve vários tremores distribuídos por todo o país: desde Alasca com vários movimentos de magnitude 2.6 a 3.7, passando por Colorado, Texas, Novo México, Oregon, até Porto Rico. Um em Porto Rico atingiu magnitude 3.1 e outro em Novo México chegou a 3.9. Basicamente, o território dos Estados Unidos está bastante ativo sísmicamente falando.
Isto levou-me a pensar na Falha de San Andreas, que atravessa cerca de 1300 quilômetros da Califórnia. Os cientistas há anos alertam para a possibilidade do famoso Big One, aquele terremoto de magnitude 8 ou superior que poderia atingir a região. Se o Big One acontecer, seria devastador para cidades como Los Angeles e São Francisco. O último grande tremor importante nessa zona foi o de São Francisco em 1906, com magnitude 7.8, há mais de um século.
O que mais preocupa os especialistas é que o Big One é praticamente inevitável a longo prazo, não é uma questão de se acontecerá, mas de quando. Por isso, as autoridades estão constantemente realizando simulações e revisando medidas de segurança. Definitivamente, algo a ter em conta se vive na costa da Califórnia.