No segundo ano do seu retorno à Casa Branca, o presidente Trump está a promover uma política económica que os críticos chamam de "economia interna", na qual uma relação próxima com a Casa Branca pode gerar retornos elevados. Confidentes como Larry Ellison, da Oracle, e Peter Thiel, da Palantir, já obtiveram negócios e contratos importantes, enquanto empresas como Apple e Nvidia fazem concessões ou pagam taxas para obter vantagens. Segundo relatos, sob uma regulamentação mais branda, a família Trump também acumulou mais de 1,8 mil milhões de dólares em ativos de criptomoedas. Esta mudança para uma governação baseada em transações tem o potencial de distorcer a concorrência e prejudicar a vitalidade a longo prazo da economia dos EUA, mesmo que Trump tenha lançado uma série de novas medidas de estímulo económico antes das eleições intercalares.

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