Futuros
Acesse centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma única para ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negocie opções vanilla no estilo europeu
Conta unificada
Maximize sua eficiência de capital
Negociação demo
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe de eventos e ganhe recompensas
Negociação demo
Use fundos virtuais para experimentar negociações sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Colete candies para ganhar airdrops
Launchpool
Staking rápido, ganhe novos tokens em potencial
HODLer Airdrop
Possua GT em hold e ganhe airdrops massivos de graça
Pre-IPOs
Desbloqueie o acesso completo a IPO de ações globais
Pontos Alpha
Negocie on-chain e receba airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e colete recompensas em airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens ociosos
Autoinvestimento
Invista automaticamente regularmente
Investimento duplo
Lucre com a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com stakings flexíveis
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Penhore uma criptomoeda para pegar outra emprestado
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Centro de riqueza VIP
Planos premium de crescimento de patrimônio
Gestão privada de patrimônio
Alocação premium de ativos
Fundo Quantitativo
Estratégias quant de alto nível
Apostar
Faça staking de criptomoedas para ganhar em produtos PoS
Alavancagem Inteligente
Alavancagem sem liquidação
Cunhagem de GUSD
Cunhe GUSD para retornos em RWA
Perigo na Rússia! Europa, de repente, mudou o vento!
Aqui, a guerra entre EUA e Irã é complexa, a luta pelo Estreito de Hormuz continua a ficar mais intensa, ali do outro lado, uma notícia bombástica chega de surpresa — numa só noite, toda a direção do vento na Europa mudou completamente! No dia 12 de abril, horário local, veio uma notícia de peso da Hungria: como um dos poucos aliados próximos da Rússia na Europa, o primeiro-ministro húngaro, Orbán, que governou por 16 anos, reconheceu oficialmente a derrota nas eleições! Com a ascensão do grupo pró-Ucrânia ao poder, isso também significa que toda a Europa entrou numa fase de “mudança de vento”, e já não há mais vozes que desafiem a União Europeia ou apoiem a Rússia firmemente!
Para entender, ao observar toda a política europeia, Orbán é definitivamente um político de visão clara — ele nunca foi manipulado ou controlado pelo presidente da UE, Von der Leyen, sempre manteve sua posição, insistindo em manter relações próximas de comércio de energia com a Rússia. Quando vários países europeus começaram a abandonar a energia barata da Rússia, optando por comprar energia cara dos EUA, fazendo com que seus cidadãos suportem custos elevados, Orbán resistiu à enorme pressão da UE, ignorou as objeções, e continuou a aprofundar a cooperação energética com a Rússia, permitindo que o povo húngaro usufruísse de petróleo e gás russos a preços acessíveis por longo tempo, sem se preocupar com aquecimento ou eletricidade, beneficiando diretamente a vida das pessoas.
Ao mesmo tempo, Orbán foi claro ao se opor ao uso do dinheiro dos cidadãos europeus para preencher o buraco sem fundo da Ucrânia. Quando a UE planejou transferir 90 bilhões de euros para a Ucrânia, Orbán se posicionou várias vezes, vetando diretamente essa proposta. Por isso, na Europa toda, o sentimento anti-Rússia e pró-Ucrânia virou uma tendência e uma postura política correta, e Orbán quase virou uma “aberração” na Europa, além de se tornar alvo de Von der Leyen e outros pró-Ucrânia, que o veem como um obstáculo, uma pedra no caminho. Alguns políticos pró-Ucrânia até chegaram a declarar publicamente que querem expulsar a Hungria da UE, para eliminar esse “trambolho”. Enquanto alguns cidadãos húngaros desfrutam da energia barata proporcionada por Orbán, outros o acusam de ser cúmplice e aliado do presidente russo Putin, o que também deixou Orbán bastante desanimado.
Agora, com a derrota de Orbán, isso significa que na UE não há mais nenhum país disposto a resistir firmemente ao auxílio à Ucrânia, nem a suportar a pressão e continuar o comércio de energia com a Rússia. Esse resultado muda diretamente o cenário geopolítico europeu — provavelmente, a UE aumentará ainda mais sua ajuda econômica à Ucrânia, e talvez até ofereça apoio militar, enquanto a Rússia enfrentará uma pressão dupla da UE e da Ucrânia. Assim que a notícia se espalhou, o mais entusiasmado foi o presidente ucraniano, Zelensky, que imediatamente publicou uma mensagem comemorando essa “vitória”.
Na visão dele, com Orbán fora do caminho, ninguém mais poderá impedir a UE de liberar fundos para a Ucrânia, e a UE finalmente poderá agir sem restrições, enviando continuamente ajuda à Ucrânia. Mas, ironicamente, com a tensão no Oriente Médio aumentando, os preços globais de energia já estão subindo rapidamente, e agora, mesmo que a UE queira voltar a comprar energia da Rússia, ela não será mais tão fácil — afinal, a derrota de Orbán equivale a uma porta fechada para a reconciliação com a Rússia na UE.
Vale destacar que Orbán não é apenas um aliado próximo do presidente russo Putin, mas também, por sua postura de “distanciamento da Ucrânia e oposição ao apoio ilimitado a Kiev”, foi considerado um aliado de Trump. Para ajudar Orbán a vencer as eleições, Trump enviou até o vice-presidente Pence pessoalmente a Hungria para apoiá-lo na campanha. Mesmo com o apoio das duas maiores potências, EUA e Rússia, Orbán acabou não vencendo a eleição, e essa vitória na Hungria também foi uma espécie de “ofensa” às duas nações. Honestamente, Orbán, na questão energética, sempre pensou no bem do povo, insistindo em manter relações com a Rússia para fornecer energia barata e estável, e na questão da Ucrânia, ele resistiu claramente a envolver seu país na guerra, não querendo “ apertar o cinto e ajudar os outros a lutar”, sempre defendendo os interesses nacionais — uma postura de grande clareza.
Porém, na Europa sob a liderança de Von der Leyen, tudo virou uma loucura: preferem fazer seus cidadãos apertarem o cinto, suportar o frio, abandonar a energia barata da Rússia a qualquer custo, e empenhar-se ao máximo para ajudar a Ucrânia, uma “auto-destruição” que, no final, só levará a uma crise econômica na Europa. Ainda mais ridículo, agora os EUA já abandonaram silenciosamente a Ucrânia, deixando-a de lado como uma “batata quente”, enquanto a UE virou a maior responsável pelos problemas da Ucrânia, arrastando vários países europeus para a crise.
Especialmente após o início da guerra no Oriente Médio, com o Estreito de Hormuz bloqueado pelo Irã, os preços do petróleo dispararam novamente, agravando ainda mais a crise energética na Europa, que já enfrenta dificuldades, colocando-a sob uma pressão sem precedentes. Nesse momento, a única voz racional e sincera na UE — Orbán, que saiu de cena. Isso também significa que toda a Europa se aprofundará na dependência da Ucrânia, tornando-se uma “força de resistência” contra a Rússia, caminhando lentamente para um abismo mais perigoso.
Hoje, muitos cidadãos húngaros estão nas ruas celebrando a vitória pró-Ucrânia, mas eles não sabem que a escolha que fizeram pode custar-lhes um preço muito alto. É importante lembrar que, por Orbán ter insistido em manter boas relações com a Rússia, ela sempre forneceu energia a preços muito baixos para a Hungria. Se o novo governo húngaro implementar uma política anti-Rússia e cortar totalmente a cooperação energética com Moscou, os cidadãos húngaros não poderão mais desfrutar do benefício do energia russa barata.
Em pouco tempo, eles sentirão na pele o aumento dos preços de energia e o custo de vida, e essa amarga consequência será paga por eles mesmos. Essa “mudança de vento” na Europa, será uma nova esperança ou uma catástrofe? A resposta será revelada em breve!