Acabei de ver algo interessante que Barry Silbert partilhou numa conferência de investidores de Bitcoin em Nova Iorque. O fundador da Digital Currency Group tem uma perspetiva bastante clara sobre para onde vai o dinheiro no espaço cripto.



Segundo Barry Silbert, entre 5% e 10% dos fluxos de Bitcoin irão direcionar-se para criptomoedas de privacidade nos próximos anos, especialmente para projetos como Zcash. O curioso é que, embora seja otimista com o Bitcoin como parte de uma carteira diversificada, realmente lhe atrai investir em projetos transformadores com potencial de retorno de 100x a 1000x.

O seu argumento é bastante lógico: a narrativa do Bitcoin como dinheiro em efectivo anónimo já não funciona num mundo onde existem empresas de análise como Chainalysis e Elliptic. Barry Silbert acredita que projetos como Zcash e Bittensor têm potencial para crescer 500 vezes, algo que o Bitcoin provavelmente não alcançará em termos de privacidade.

O que me parece relevante é que a Grayscale, subsidiária da DCG, já possui um fundo fiduciário de Zcash e está no processo de convertê-lo num ETF. Assim, não é só teoria de Barry Silbert, mas já há movimento real nesse sentido. A questão é se o mercado eventualmente reconhecerá a importância da privacidade em criptomoedas da maneira que Barry Silbert vê.
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