Aqui em Quintana Roo a situação está interessante com o salário mínimo. Os empresários estão divididos, alguns dizem que está bem o aumento de 13%, mas outros estão realmente preocupados.



Os construtores são os que mais reclamam sobre o salário mínimo em Quintana Roo. Dizem que já estão há 15 meses com números vermelhos em produtividade e agora com isso vão ter mais pressão nos custos de materiais como cimento e aço. Entendem que soa bem para os trabalhadores, mas preocupam-se com o efeito na inflação.

O curioso é que as grandes câmaras empresariais (Concanaco, Coparmex, Canacintra) reconhecem que a reforma laboral com redução gradual de horas está bem, mas alertam que as PME vão sofrer. Dizem que podem acabar despedindo pessoas se lhes aumentarem mais impostos.

De qualquer forma, de cima confirmam que a meta é chegar a um salário mínimo em Quintana Roo equivalente a 2,5 vezes as cestas básicas até 2030. Mas alertam que é preciso monitorizar a inflação e o emprego a cada ano, porque se não se cuidar bem disso, pode sair ao contrário.

É aquele debate clássico: justiça social vs sustentabilidade empresarial. Veremos como termina.
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